quarta-feira, 29 de julho de 2009

O REI DOS REIS



Assim falou INRI CRISTO:

“Obediente ao meu PAI, SENHOR e DEUS, na condição de Regente da SOUST, cumpro o dever de explicitar a realidade sobre o título REI dos Reis, que pertence a Ele, o SENHOR, meu PAI, para que os filhos de DEUS não pequem na senda dos idólatras e dos fariseus, fanáticos obstinados. É chegada a hora de se pôr um fim nessa fantasia de que Cristo é DEUS, fruto da invencionice dos usurpadores do meu legado místico, que, obedientes ao imperador romano Constantino, açambarcaram a remanescente Seita do Nazareno, transformando-a na Igreja Católica Apostólica Romana. A palavra Cristo é oriunda do grego e quer dizer “o ungido”, no singular, ou seja, aquele que foi ungido por DEUS; e o SENHOR ungiu-me uma vez mais para cumprir minha missão quando jejuava em Santiago do Chile, em 1979.
Mas para melhor compreender como e por que se iniciou essa crença equivocada, essa abominável submissão aos dogmas, é mister recorrer aos Anais da História, ainda nos primórdios da era cristã. Aproveitando-se da grande difusão dos cristãos, o imperador Constantino apoderou-se do emergente Cristianismo e modificou-o, adequando-o ao paganismo vigente. Em 325 d.C., no Concílio de Nicéia, foi fundada, oficialmente, a Igreja Católica Apostólica Romana. Dentre outras decisões do Concílio, estabeleceu-se a crença na deidade de Cristo. Foi um ambicioso golpe de habilidade política, um jogo de interesses. O objetivo era bem visível: tendo a Igreja como poderoso braço eclesiástico (cujo fundador teria sido o próprio DEUS na Terra), estava garantindo a força e união do Império Romano, respaldada pela cega submissão dos fiéis súditos. E assim, mais uma vez fica evidente a malignidade do dogmatismo.
Herdeiros da espúria crença de que Cristo é DEUS, os fariseus que se dizem crentes e evangélicos crêem equivocadamente que Jesus é onipresente, onisciente e onipotente, atribuindo a mim virtudes que são inerentes unicamente ao SENHOR. PAI, Filho e Espírito Santo são uma só coisa, mas porque o PAI é onipresente, não eu, nem o Santo Espírito. Convém deixar tudo isso bem esclarecido, a fim de diluir qualquer equívoco dos seres humanos em relação à minha condição aqui na Terra.
Como prova de que eu mesmo há dois mil anos reconheci que meu PAI é meu SENHOR, maior, superior a mim, humildemente disse-Lhe na hora da crucificação: ‘PAI, me abandonaste?’ (Mateus c.27 v.46); ‘PAI, nas tuas mãos encomendo o meu espírito’ (Lucas c.23 v.46). Observe bem, se eu disse que entregava o meu espírito, estava reconhecendo que o PAI é maior do que eu. No bojo desta afirmação reside, outrossim, a prova de que eu não fui de carne e osso para o céu e sim em espírito. E também dizia que o PAI me enviou (“O que não honra o Filho, não honra o PAI, que lhe enviou” – João 5:.23; “Ninguém pode vir a mim se o PAI, que me enviou, o não atrair” – João 6:.44; “Eu vim em nome de meu PAI, e vós não me recebeis” – João 5:43). Meu PAI e eu somos uma só coisa porque Ele é onipresente e se manifesta através de mim. Mas quando me deram chicotadas, quando cuspiram em meu rosto e me humilharam na hora da crucificação, senti a ausência de meu PAI porque Ele, majestoso, dispensa essas gentilezas, além de que eu precisava passar por tudo aquilo a fim de resgatar o débito carmático, fruto dos pecados que a humanidade cometera desde os primórdios, nos tempos de Adão.
Eu voltei a este mundo para instituir o prometido Reino de DEUS, e até ensinei a clamar nas orações: “PAI Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino...” (Mateus 6:10). E quando eu disse aos discípulos: “Meu Reino não é deste mundo. Se meu Reino fosse deste mundo, meus servos pelejariam por mim. Mas AGORA o meu Reino não é daqui” (João 18:36), já sabia que quando retornasse teria a missão de instituir na Terra o Reino de DEUS. E eu também disse há dois mil anos: “O reino de DEUS não vem com aparato...” (Lucas 17:20-21), ou seja, o Reino de DEUS não tem a aparência dos reinos terrenais. O Reino de DEUS é um luminoso reino de energias, e se manifesta através de sinais. Eu sou o Regente do Reino de DEUS, onde só há um Rei, o REI dos Reis, que é o SENHOR, meu PAI (Apocalipse 19:16). Eu nunca disse que sou DEUS; sou o Primogênito de DEUS, o ancestral da humanidade, o primeiro macaco que caminhou ereto, sem cauda. Estou peremptoriamente à disposição do SENHOR, sou o servo do SENHOR, voltei a este mundo com a consciência de não ter livre arbítrio unicamente para cumprir Sua santa vontade. Ele, o ALTÍSSIMO, Eterno, Infinito, é o REI dos Reis e SENHOR do Universo, único Ser digno de adoração e veneração.
Em Belém do Pará, quando pratiquei o Ato Libertário em 28/02/1982 culminando com o nascimento da SOUST, que se constitui na formalização do Reino de DEUS sobre a Terra, o sacerdote arremessou uma cadeira em minha direção objetivando derrubar-me do altar e, dessa forma, abortar a divina revolução. Todavia, o SENHOR disse para me apossar da cadeira e postá-la sobre o altar transformando-a em trono*¹, que é o trono do SENHOR, o trono do REI dos Reis (“Depois vi um grande trono branco e um que estava sentado sobre ele” – Apocalipse 20:11). Por isso cada vez que subo no altar, invoco o SENHOR. E eu não pude mandar fazer o trono, esse que agora vós vedes aqui na sede do Reino de DEUS, formalizado pela SOUST, em Brasília (a Nova Jerusalém do Apocalipse c.21). Obediente a meu PAI, tive que esperar uma pessoa do povo providenciar a aquisição da madeira e, inspirada, proceder com a feitura... pois só assim usufrui o respaldo da legitimidade. Da mesma forma sucedeu em relação à coroa. Recebi a ordem do SENHOR, mas a princípio relutei, protelei em usar, consciente dos maledicentes comentários inevitáveis; então os cabelos começaram a cair da minha cabeça. E o SENHOR me mostrou que a repentina queda de cabelos era um sinal, era necessário sim usar a coroa de espinhos, ao contrário estaria fadado a ostentar uma calvície. Um ato de deboche de meus inimigos – que me coroaram de espinhos na véspera da crucificação, satirizando: “Salve, ó Rei dos Judeus” (Mateus 27:29) – o SENHOR usou para legitimar a condição de REI dos Reis, por conta da presença dEle, meu PAI, em mim (“Eu e o PAI somos um” – João 10:30; “O PAI está em mim, e eu no PAI” – João 10:38; “Mas o PAI, que está em mim, esse é que faz as obras” – João 14:10). E a coroação foi perpetrada por ocasião do desfile de andor, quando eu falava ao povo no centro de Curitiba, em meados dos anos 90, e posteriormente o vereador Mário Celso Cunha*² oficializou publicamente a coroação através da mídia, colocando a coroa em minha cabeça em frente às câmaras da TV Iguaçu, canal 4 de Curitiba.
Que meu PAI, SENHOR e DEUS vos ilumine e vos conceda o dom de compreender minhas palavras. Que a paz seja com todos”.

*¹ Vide flagrante deste momento no livro DESPERTADOR 2ª parte, ou no menu Ato Libertário, do site
www.inricristo.org.br .
*² O vereador Mário Celso Cunha foi o mesmo que lançou o Voto de Louvor por ocasião da exposição pública do livro DESPERTADOR, divulgado pelo MÉPIC – Movimento Eclético Pró INRI CRISTO.

Brasília, 28 de junho de 2009.

INRI CRISTO - INRI está aqui





'INRI está aqui' foi composta por Junior Vasconcelos de Belém do Pará. É uma música do coração, que retrata nossos mais íntimos sentimentos em relação a INRI CRISTO.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

A Supressão da Reencarnação

A reencarnação escamoteada, suprimida pelos inimigos da verdade, 

lacaios do príncipe das trevas

Até agora, quase todos os historiadores da proscrita igreja romana acreditaram que a doutrina da reencarnação foi declarada herética durante o Concílio de Constantinopla em 553. No entanto, a condenação da doutrina se deve a uma ferrenha oposição pessoal do finado imperador Justiniano, que nunca esteve ligado aos protocolos do Concílio. Segundo Procópio, a ambiciosa esposa de Justiniano, que, na realidade, era quem manejava o poder, era filha de um guardador de ursos do anfiteatro de Bizâncio. Ela iniciou sua rápida ascensão ao poder como cortesã. Para se libertar de um passado que a envergonhava, ordenou, mais tarde, a morte de quinhentas antigas "colegas" e, para não sofrer as conseqüências dessa ordem cruel em uma outra vida como preconiza a lei do Carma, empenhou-se em suprimir toda a magnífica doutrina da reencarnação. Estava confiante no sucesso dessa anulação, decretada por Justiniano "em nome de DEUS"!

 Em 543 d.C., o déspota imperador Justiniano, sem levar em conta o ponto de vista clerical, declarou guerra frontal aos ensinamentos de Orígenes, condenando-os através de um sínodo especial. Em suas obras De Principiis e Contra Celsum, Orígenes (185 - 235 d.C.), o sumo pontífice da igreja, tinha reconhecido, abertamente, a existência da alma antes do nascimento e sua dependência de ações passadas. Ele pensava que certas passagens do Novo Testamento poderiam ser explicadas somente à luz da reencarnação.
 Do Concílio convocado por Justiniano só participaram bispos do oriente (ortodoxos). Nenhum de Roma. E o próprio "papa", que estava em Constantinopla nesta ocasião, deixou isso bem claro.
O Concílio de Constantinopla, o quinto dos Concílios, não passou de um encontro, mais ou menos em caráter privado, organizado por Justiniano, que, mancomunado com alguns vassalos, excomungou e maldisse a doutrina da pré-existência da alma, apesar dos protestos do "papa" Virgílio, com a publicação de seus Anathemata.
A conclusão oficial a que o Concílio chegou após uma discussão de quatro semanas teve que ser submetida ao "papa" para ratificação. Na verdade, os documentos que lhe foram apresentados (os assim-chamados "Três Capítulos") versavam apenas sobre a disputa a respeito de três eruditos que Justiniano, há quatro anos, havia por um edito declarado heréticos. Nada continham sobre Orígenes. Os "papas" seguintes, Pelagio I (556 - 561), Pelagio II (579 - 590) e Gregório (590 - 604), quando se referiram ao quinto Concílio, nunca tocaram no nome de Orígenes.
A igreja aceitou o edito de Justiniano - "Todo aquele que ensinar esta fantástica pré-existência da alma e sua monstruosa renovação será condenado" - como parte das conclusões do Concílio. Portanto, a proibição da doutrina da reencarnação (renascimento físico) não passa de um erro histórico, sem qualquer validade eclesiástica. 
 Se nos reaproximarmos da doutrina da reencarnação, afastando a dogmática crença na ascensão do corpo físico de CRISTO crucificado, crescerá no coração de cada um, e mesmo no coração daqueles que se educaram dentro do cristianismo tradicional, a fé nas verdades puras, ensinadas pelo próprio CRISTO.
 DEUS é perfeito e a lei divina é perfeita e eterna. Ele disse ao Primogênito Adão: "Tu és pó, e em pó te hás de tornar" (Gênesis cap.3 vers.19). Logo, DEUS não enviaria seu Unigênito em carne e osso ao céu - a fim de submetê-lo ao congelamento -, onde, além de não ter ar para respirar, a temperatura confina 273 graus negativos, contrariando a lei só para agradar os insanos que, delirando, baseiam suas vidas no engodo da fantasia e da mentira.
 "Naquele tempo os discípulos o interrogaram dizendo: Por que dizem pois os escribas que Elias deve vir primeiro? Ele respondeu: Digo-vos, porém, que Elias veio e não o reconheceram, antes fizeram dele o que quiseram. Então os discípulos compreenderam que tinha falado de João Batista" (Mateus cap.17 vers.10 a 13).
 "Em verdade, em verdade vos digo: Antes de Abraão, eu sou" (João cap.8 vers.58 - Aí está explícito que CRISTO estava afirmando ser o Unigênito Adão).
"Depois de mim vem um homem que passará adiante de mim, porque existia antes de mim" (João cap.1 vers.30 - João Batista referindo-se a CRISTO como reencarnação de Adão).
 "...não pode ver o reino de DEUS senão aquele que nascer de novo..." (João cap.3 vers.3 a 10 - CRISTO ensinando reencarnação a Nicodemos).

 "E digo-vos: Desta hora em diante não beberei mais deste fruto da videira até aquele dia, em que o beberei de novo convosco no reino de meu PAI" (Mateus cap.26 vers.29 - INRI CRISTO, antes da crucificação, na última ceia, anunciando sua reencarnação, uma vez que, obviamente, espírito sem corpo físico não bebe vinho).

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http://www.inricristo.net 

Fonte: Texto retirado do Livro Despertador 1ª parte.